Quem sou eu
- Silmara Retti escritora
- Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
- Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew
Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba
O que é?
A Fundart foi criada em 1987, com o objetivo de desenvolver a política cultural do município. Mantida pelo poder público é uma fundação pública de direito privado, administrada por uma Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo.
Está sediada na Praça Nóbrega, 54 – Centro – no prédio do antigo Fórum.
O que faz?
O “Projeto Arte para Todos” engloba em 2010 as oficinas culturais: Ballet Clássico, Teatro Adulto, Dança Contemporânea (adulto), Piano, Teclado, Artes Plásticas, Desenho Infantil, Artes Circenses, Teatro Infantil, Violão, Dança Contemporânea Infantil, Dança do Ventre, Percussão, Instrumento de Sopro e Coral com total de 975 alunos.
Biblioteca Municipal "Ateneu Ubatubense"
Tem acervo de 25 mil títulos, aproximadamente, e funciona no prédio que sediou a prefeitura de 1964 à 1984. Brevemente teremos a digitalização do acervo que poderá ser consultado via internet; esse trabalho está em andamento. O atendimento ao público é das 08h00 às 18h00 e aos sábados das 09h00 às 13h00.
A Fundart foi criada em 1987, com o objetivo de desenvolver a política cultural do município. Mantida pelo poder público é uma fundação pública de direito privado, administrada por uma Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo.
Está sediada na Praça Nóbrega, 54 – Centro – no prédio do antigo Fórum.
O que faz?
O “Projeto Arte para Todos” engloba em 2010 as oficinas culturais: Ballet Clássico, Teatro Adulto, Dança Contemporânea (adulto), Piano, Teclado, Artes Plásticas, Desenho Infantil, Artes Circenses, Teatro Infantil, Violão, Dança Contemporânea Infantil, Dança do Ventre, Percussão, Instrumento de Sopro e Coral com total de 975 alunos.
Biblioteca Municipal "Ateneu Ubatubense"
Tem acervo de 25 mil títulos, aproximadamente, e funciona no prédio que sediou a prefeitura de 1964 à 1984. Brevemente teremos a digitalização do acervo que poderá ser consultado via internet; esse trabalho está em andamento. O atendimento ao público é das 08h00 às 18h00 e aos sábados das 09h00 às 13h00.
Grupo de Literatura Fundart Projeto PSIU
Projeto Blablablá POsithivo
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
POESIA PARA JUVENTUDE!

Que a salvação do mundo seja semeada nos corações desde cedo,
Mas que nunca seja muito tarde pra descobrir a cada dia um novo berço...
Que o amor e respeito possam se enraizar no mecanismo inconsciente,
Que os sentimentos sejam simplesmente aceitos como parte natural da gente
E que, cada vez mais, a coragem racionalize as escolhas em processos conscientes...
Para que o caminhar revele aos sentidos a pequena arte da sabedoria!
Que arte esteja sempre preservada com o carinho de nunca ser silenciada
E que, ao ser regada com o menor raio lunar carregado de inspiração,
Possa estourar em luz a fina casca de banalidades rotineiras do cotidiano...
Que a criatividade germine em qualquer terreno e com qualquer adubação,
Mas traga sempre a mesma felicidade ao se expressar e ser apreciada...
E que toda essa juventude seja apenas a primeira semente de esperanças
Capaz de florescer, sentir e manter a conduta das tão desejadas mudanças,
Porque, pra derrubar as barreiras da estrada, é preciso determinação e auto-confiança,
Mas é fundamental que se mantenha viva a alma inventiva das crianças
Para que o equilíbrio distante se aproxime com a experiência de saber ver,
Nas mais bruscas disparidades, as mais belas semelhanças que se pode transparecer!
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Edgar Izarelli autores convidados
quinta-feira, 31 de março de 2011
O Templo Gigante da Minha Alma Pequena
Milhões de almas já passaram diante desses portões trancados.
O centro das inexplicáveis adorações...
O paradigma mais próximo da fé.
Acreditam que o que quer que esteja preso ali dentro é brilhante
Sem se atrever a pensar que pode ser algum monstro...
E esperam ansiosos pela chave das portas.
Milhões de almas já passaram aqui,
Cada qual com sua história e sua interpretação,
Cada qual com seu ritmo, seu jeito, sua mania,
Cada qual com suas esperanças de rever o segredo fechado,
Cada qual portando em sua oferenda o desejo de possuir um pouco mais de mim.
Algumas me trazem palavras cheias de brilho.
Algumas me deixam pequenas estatuetas de vidro;
Algumas me escrevem pequenos versos de romantismo,
Enquanto outras, mais ardentes, preferem me dar a realidade de uma noite a dois.
Outras ainda me deixam abraços zelosos e atitudes amigas...
Outras, mais desesperadas, falsificam chaves pra abrir meu coração
Ou tentam arrombar a porta a tapas e pontapés...
Estas, coitadas, se abrirem a porta encontrarão o silêncio mortal
E não terão nada mais que um minuto olhando pilastras tortas.
Só aquela que tem a chave da sutileza abrirá a porta desses mil anos.
Todos a esperam com a fé inabalável de criança em noite de natal.
Milhões de almas já passaram por aqui... E de que adianta?
As paredes escuras desse templo não pedem oferendas ou provas de fé!
Não quero receber romarias pagando promessas
Nem ser centro de peregrinos famintos de milagres.
Não sou milagreiro, sou homem comum, homem que ama, que faz versos,
Homem de simplicidades em complexos emaranhados...
E, acima de tudo, homem que espera a liberdade voltar.
Mas entre milhões de chaves de metal, pés-de-cabra e grampos-de-cabelo,
Ainda não voltou o amor sincero.
Ainda sou um templo de segredos fechado para visitantes.
Postado por Edgar Izarelli de Oliveira
O centro das inexplicáveis adorações...
O paradigma mais próximo da fé.
Acreditam que o que quer que esteja preso ali dentro é brilhante
Sem se atrever a pensar que pode ser algum monstro...
E esperam ansiosos pela chave das portas.
Milhões de almas já passaram aqui,
Cada qual com sua história e sua interpretação,
Cada qual com seu ritmo, seu jeito, sua mania,
Cada qual com suas esperanças de rever o segredo fechado,
Cada qual portando em sua oferenda o desejo de possuir um pouco mais de mim.
Algumas me trazem palavras cheias de brilho.
Algumas me deixam pequenas estatuetas de vidro;
Algumas me escrevem pequenos versos de romantismo,
Enquanto outras, mais ardentes, preferem me dar a realidade de uma noite a dois.
Outras ainda me deixam abraços zelosos e atitudes amigas...
Outras, mais desesperadas, falsificam chaves pra abrir meu coração
Ou tentam arrombar a porta a tapas e pontapés...
Estas, coitadas, se abrirem a porta encontrarão o silêncio mortal
E não terão nada mais que um minuto olhando pilastras tortas.
Só aquela que tem a chave da sutileza abrirá a porta desses mil anos.
Todos a esperam com a fé inabalável de criança em noite de natal.
Milhões de almas já passaram por aqui... E de que adianta?
As paredes escuras desse templo não pedem oferendas ou provas de fé!
Não quero receber romarias pagando promessas
Nem ser centro de peregrinos famintos de milagres.
Não sou milagreiro, sou homem comum, homem que ama, que faz versos,
Homem de simplicidades em complexos emaranhados...
E, acima de tudo, homem que espera a liberdade voltar.
Mas entre milhões de chaves de metal, pés-de-cabra e grampos-de-cabelo,
Ainda não voltou o amor sincero.
Ainda sou um templo de segredos fechado para visitantes.
Postado por Edgar Izarelli de Oliveira
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Edgar Izarelli autores convidados
Bom dia, pessoas, que saudade! ... Tive uma crise muito forte de inspiração, por isso me afastei um pouco. Parece que agora ela está voltando, ainda tímida e sem jeito, mas, ao menos, está voltando.
A poesia dessa manhã de sábado, escrita ontem à noite ou hoje de madrugada, é resultado de uma busca intensa que fiz dentro de mim. Depois de algumas situações que a vida, ou Deus, nos prepara, experiencias que até podiamos viver sem culpa , na maioria das vezes, e não conseguimos... Não por que estamos presos ao passado ou ao futuro, mas por que aquilo simplesmente não tem o plano do conteudo ou, se tem, não é tão forte e não é tão gostoso de viver, deixando só a forma vaga daquilo que não o é ...
Eu, como pessoa, me conmsidero um poeta e, nesse ponto, personalidade, prazer e profissão se misturam em uma só coisa indivisível. Não gosto muito de coisas superficiais e passageiras, sou amante das coisas intensas que deixam marcas profundas por mais dolorosas que sejam elas. Para mim, como para Lucas, o corpo só é bom enquanto tem siginifiocado; quando se torna significante puro, já não importa mais o prazer que me dá, vou sentir falta, saudade, vou desejar de volta as palavras e os gestos simples de Stella que deixei no altar, suspensa sobre as dúvidas que me traz um corpo ardente de uma mulher mais velha. E depois? Tenho que depurar minha alma.. Para desc obrir um novo sentido para mim e para o mundo...
Francamente, estou aqui limpando minha alma e revirando minhas mentiras internas... Já sei o que eu quero. A questão é que, como aconteceu com Lucas & Stella, também não dei o devido valor ao que de mais valioso que um homem pode sentir. Achava que existia algo além e hoje vejo o quão bestia pode ser a ambição humana. A diferença é que nos contos posso fazer Saturno representear Lucas com mais do que perdeu, aos poucos, bem lentamente, por merecimento. E na vida real? Será que Deus tem um pouquinho de Saturno dentro de si? Quero acreditar e ter fé que sim!
Tudo isso é metáforio, gente.. Encarem como um depoimento secreto de um homem que nunca existiu no Retorno de Saturno.
Bom, quem conhece meu trabalho sabe que existem constantes e fases. Amor, Vida, Paixão, Amizade, Morte e Realidade, se confuidem e se entrelaçam o tempo todo na minha poesia e prosa. Agora vos apresento "O Templo Gigante da Minha Alma Pequena", tem a ver com tudo que escrevi acima e mais ainda, faz um oposição entre o que as pessoas acham que sou e sou de verdade.
Edgar IZARELLI - Palavras d"Alma
A poesia dessa manhã de sábado, escrita ontem à noite ou hoje de madrugada, é resultado de uma busca intensa que fiz dentro de mim. Depois de algumas situações que a vida, ou Deus, nos prepara, experiencias que até podiamos viver sem culpa , na maioria das vezes, e não conseguimos... Não por que estamos presos ao passado ou ao futuro, mas por que aquilo simplesmente não tem o plano do conteudo ou, se tem, não é tão forte e não é tão gostoso de viver, deixando só a forma vaga daquilo que não o é ...
Eu, como pessoa, me conmsidero um poeta e, nesse ponto, personalidade, prazer e profissão se misturam em uma só coisa indivisível. Não gosto muito de coisas superficiais e passageiras, sou amante das coisas intensas que deixam marcas profundas por mais dolorosas que sejam elas. Para mim, como para Lucas, o corpo só é bom enquanto tem siginifiocado; quando se torna significante puro, já não importa mais o prazer que me dá, vou sentir falta, saudade, vou desejar de volta as palavras e os gestos simples de Stella que deixei no altar, suspensa sobre as dúvidas que me traz um corpo ardente de uma mulher mais velha. E depois? Tenho que depurar minha alma.. Para desc obrir um novo sentido para mim e para o mundo...
Francamente, estou aqui limpando minha alma e revirando minhas mentiras internas... Já sei o que eu quero. A questão é que, como aconteceu com Lucas & Stella, também não dei o devido valor ao que de mais valioso que um homem pode sentir. Achava que existia algo além e hoje vejo o quão bestia pode ser a ambição humana. A diferença é que nos contos posso fazer Saturno representear Lucas com mais do que perdeu, aos poucos, bem lentamente, por merecimento. E na vida real? Será que Deus tem um pouquinho de Saturno dentro de si? Quero acreditar e ter fé que sim!
Tudo isso é metáforio, gente.. Encarem como um depoimento secreto de um homem que nunca existiu no Retorno de Saturno.
Bom, quem conhece meu trabalho sabe que existem constantes e fases. Amor, Vida, Paixão, Amizade, Morte e Realidade, se confuidem e se entrelaçam o tempo todo na minha poesia e prosa. Agora vos apresento "O Templo Gigante da Minha Alma Pequena", tem a ver com tudo que escrevi acima e mais ainda, faz um oposição entre o que as pessoas acham que sou e sou de verdade.
Edgar IZARELLI - Palavras d"Alma
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Uma Última Prece
Edgar Izarelli de Oliveira
Minha morte completa ainda não veio...
Ainda tenho um pouco de ar dentro do caixão...
Minha respiração fraca não me permite alçar-me a um futuro,
Mas ainda tenho, em meu corpo ferido e no meu decrépito coração,
As lembranças de dos sonhos, e a saudade sem cura, e o desejo de coração,
A esperança e a fé se misturando pra uma última prece.
Espero que essa prece alcance o céu...
Espero que ainda de tempo de assumir o que quero...
Espero que eu possa dormir em paz na relva...
Espero que esse último fôlego se extinga rápido
Ou me abe4nçoe logo de uma vez, me trazendo algum futuro
Aos meus anseios pelo que acabou...
Morte, me leve pra longe,
Onde a fênix ainda possa renascer,
Onde a mão macia da deusa ainda possa me dar o remédio certo,
Onde, por ventura, eu encontre o sono confortável...
O tempo fecha a porta do mausoléu.
Apenas uma pessoa tem a chave e o remédio ante-morte...
Enquanto ela não vier, estarei em coma...
Morrendo aos poucos...
Postado por Edgar Izarelli de Oliveira 1 comentários
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O que vc achou?
domingo, 6 de fevereiro de 2011
A Cripta
Edgar Izarelli de Oliveira
De longe, o mundo sempre verá um muro colorido,
E grandes portões de entrada abertos,
E espaçosos campos floridos....
Quem se aproximar, talvez perceba o cinza enferrujado das grades,
E as cores desbotadas da vida murchando no muro,
O jardim destratado, o caminho de pedras cheio de musgo
Se encarregará de conduzir a vista à capela central...
Quem ali entrar, terá de seguir o caminho,
Por que o portão se fechará
E, então, quem sabe, veja as cruzes de pedra e madeira fincadas no chão,
E os ornamentos e flores sagradas, os nomes das virtudes enterradas...
E se conseguir passar por esse pesadelo, quem sabe, note o cemitério
E descubra a cripta no mausoléu com fachadas divinas...
Se enxergar, por baixo da poeira dos tempos e das camadas em degrade,
Quem sabe, encontre o caixão de vidro que resguarda
Os restos mortais de um trovador e suas trovas finais
Escritas à tinta vermelha sobre seu corpo,
Com caligrafia carinhosa de mulher e os caprichos da paixão...
E talvez pudesse ler a última estrofe de uma canção:
“O caixão de vidro guarda meu corpo sem vida.
Meu corpo sem vida é cripta de uma alma morta,
Minha alma morta me serve, ao menos, de túmulo
Ao mistério que ainda se debate na cova do esquecimento...
Ainda procuro a resposta plena e absoluta.“
E, quem sabe, repare na expressão profunda de seus olhos vidrados
Procurando uma resposta além da vida humana...
A pergunta no teto, a atmosfera talvez caia sobre quem a lê...
“Morri de amor, o amor morreu em mim ou o amor morreu de mim?”
...............................................
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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Infinitivos: Onde Tudo é Possível. A Festa
Buh!!!
Boa noite, pessoas!!!
Eis que resolvi aparecer feito assombração. Voltando das tumbas do além... “O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou! Conheceu os jardins do Éden e os cantou!” CAZUZA!!!
Não, agora é sério... Desculpem a demora para compartilhar com vocês o lançamento do meu livro. Problemas pessoais, resolvendo coisas da vida acadêmica também... fora a viagem.
Mas, vamos voltar ao trabalho, lentamente...
Bom, o lançamento de “Infinitivos”, no último dia 12, foi o que eu chamaria de evento completo, ou quase, faltou arte visual... Mas também não teria muito onde expor...
O vento foi bem organizado pelo pessoal da base do Projeto Tamar de Ubatuba em parceria com a Fundart. Deixo meus agradecimentos à equipe do Tamar, principalmente ao Bruno, e ao Pedro Paulo, diretor da Fundart.
Agradeço também aos convidados que deram tanto brilho à festa! Falo dos convidados em geral. Afinal, lançamentos são como batizados; é a apresentação de uma criação metade humana metade divina a um mundo exterior. Os convidados são as pessoas que primeiro recebe essa criação. Me sinto grato por ter tantas pessoas que podem receber meus livros de braços tão abertos, e com a mente tão aberta, com o coração tão disposto a entender essa possibilidade nova de vida. (risos) Falando assim, parece mesmo que é mais do que um livro...
Certos convidados ainda prestaram homenagens, mesmo sem me conhecer... A eles ainda mais grato estou... Declamar poesia é difícil, é uma arte à parte! E realmente os convidados especiais da noite conseguiram me emocionar muito declamando poesias de livros passados. A homenagem realmente foi linda!
Julinho Mendes abriu a cerimônia cantando “Mais que Amor” numa melodia animada composta por ele. Após isto, minha mãe, Denise Oliveira, apresentou minha trajetória de vida. Em seguida, José Carlos Góis, Marisa Taguada e Tia Helô declamaram as poesias: “Lhe Pedirei”, “Só Saudade” e “Travesseiro”. Para finalizar, eu expliquei as idéias centrais do novo livro. Foi realmente lindo...
Quero agradecer de todo o coração aos meus amigos e minha família que tanto me deram forças nesse momento difícil pra continuar ao menos minha carreira. E agradeço a Deus por tudo!
Abraços galera!
Ed
Infinitivos: Onde Tudo é Possível. A Festa
Buh!!!
Boa noite, pessoas!!!
Eis que resolvi aparecer feito assombração. Voltando das tumbas do além... “O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou! Conheceu os jardins do Éden e os cantou!” CAZUZA!!!
Não, agora é sério... Desculpem a demora para compartilhar com vocês o lançamento do meu livro. Problemas pessoais, resolvendo coisas da vida acadêmica também... fora a viagem.
Mas, vamos voltar ao trabalho, lentamente...
Bom, o lançamento de “Infinitivos”, no último dia 12, foi o que eu chamaria de evento completo, ou quase, faltou arte visual... Mas também não teria muito onde expor...
O vento foi bem organizado pelo pessoal da base do Projeto Tamar de Ubatuba em parceria com a Fundart. Deixo meus agradecimentos à equipe do Tamar, principalmente ao Bruno, e ao Pedro Paulo, diretor da Fundart.
Agradeço também aos convidados que deram tanto brilho à festa! Falo dos convidados em geral. Afinal, lançamentos são como batizados; é a apresentação de uma criação metade humana metade divina a um mundo exterior. Os convidados são as pessoas que primeiro recebe essa criação. Me sinto grato por ter tantas pessoas que podem receber meus livros de braços tão abertos, e com a mente tão aberta, com o coração tão disposto a entender essa possibilidade nova de vida. (risos) Falando assim, parece mesmo que é mais do que um livro...
Certos convidados ainda prestaram homenagens, mesmo sem me conhecer... A eles ainda mais grato estou... Declamar poesia é difícil, é uma arte à parte! E realmente os convidados especiais da noite conseguiram me emocionar muito declamando poesias de livros passados. A homenagem realmente foi linda!
Julinho Mendes abriu a cerimônia cantando “Mais que Amor” numa melodia animada composta por ele. Após isto, minha mãe, Denise Oliveira, apresentou minha trajetória de vida. Em seguida, José Carlos Góis, Marisa Taguada e Tia Helô declamaram as poesias: “Lhe Pedirei”, “Só Saudade” e “Travesseiro”. Para finalizar, eu expliquei as idéias centrais do novo livro. Foi realmente lindo...
Quero agradecer de todo o coração aos meus amigos e minha família que tanto me deram forças nesse momento difícil pra continuar ao menos minha carreira. E agradeço a Deus por tudo!
Abraços galera!
Ed
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
AMBIÇÃO

O dinheiro compra roupas.
O dinheiro compra mascaras.
O dinheiro compra amigos.
O dinheiro compra amores.
O dinheiro traz problemas.
O dinheiro traz soluções.
O dinheiro compra comida.
O dinheiro compra bebida.
O dinheiro paga encontros.
O dinheiro paga festas.
O dinheiro paga funerais.
O dinheiro paga a liberdade
O dinheiro compra prazer.
O dinheiro compra almas.
O dinheiro compra vida.
O dinheiro paga mortes.
O dinheiro compra corpos.
O dinheiro compra mentes.
O dinheiro compra votos.
E no final o dinheiro te compra.
Será isto a felicidade, meu deus?
Edgar Izarelli de Oliveira
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Noite Fraca - Poesia Nova

Que noite fraca!
Nem a Chuva para lavar minha dor
Nem Estrelas para me guiar
Nem a Lua para me acalentar
Nem o Vento para me soprar desse desamor
Nem mesmo há Escuridão completa para me guardar
No seio do sono mais profundo,
Me guardar das promessas quebradas, das mentirinhas carinhosas,
Das juras de nossa eternidade, de tudo...
Nem há as luzes da cidade me chamando para uma festa qualquer
Onde possa haver alguma outra realidade,
Um outro par, perfeito por uma noite ou uma outra eternidade,
Para uma dança ou uma caminhada...
Nenhum convite para um novo confronto-encontro de dois mundos opostos...
Nenhuma carta de amor ou bilhetinho sensual na mesa do bar que não estou...
Estou em casa buscando resposta para o mundo...
Estou no meu quarto olhando a janela vazia e quase morrendo por cinco minutos
O que quero fazer?
Nada...
Nem mesmo há sonhos partidos e perdidos vagando por algum segundo...
Nem o mar tranqüilo nem o trânsito da rodovia exclamam alguma vida em mim...
Nem as reticências acalmam as minhas mundanas incoerências internas!
Nenhuma musa amada, ou bruxa armada, para deitar comigo e se deixar admirar...
E na ausência de coisa melhor para olhar,
Eu saio ao jardim e olho o céu nublado
Da minha confusão nebulosa e da minha enevoada raiva,
Esperando que algum dia ressurja
Para levar de mim
As nuvens dessa noite capenga
Que me levam a um meio-sono fraco
No meio de uma das minhas almas mais fracas
Que redescubro após a reflexão dos anos...
Tento cicatrizar, mesmo sem nenhum dos remédios indicados,
As feridas diárias do meu coração.
Tento colar, sem cola de vidro apropriada,
A felicidade cristalina dos meus olhos rompidos pela enchente.
Tento ignorar a ignorância que me fere
De lábios selados, punhos cerrados e olhares vendados...
Tento acreditar que nada é mero acaso e ter fé em algum deus existente no verso...
Mas meu amor, roubado de mim, ainda me parece o caminho mais certo...
Pena que o mundo prefere me desafiar a cumprir essa missão impossível...
O Karma dessa noite fraca é aprender a amar o ódio que sinto por amar tanto a mim
Sem conseguir seguir nem o caminho aberto pelos anjos
Nem a estrada que eu criei de um desvio que escolhi transformar em portal para um final mais bonito!
E agora espero que algum caminho bifurcado apareça só pra fazer valer a minha escolha;
Espero uma noite mais límpida sem os efeitos alucinantes da minha nevoa particular!
Procuro uma noite mais verdadeira, sem saudades, sem raiva e com a paz que eu quiser ter!
Se não faz sentido; em uma noite fraca qualquer, tentes tu amar a fúria que sentes do teu amor interior!
Tentes tu esquecer das escolhas que fez e que o destino não te deixou viver!
Tentes tu entender que sentindo há em todo esse mundo sem sentido nenhum!
E vai me compreender...
Edgar Izarelli de Oliveira
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domingo, 10 de outubro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
O eco (Livro: Essência)

O eco (Livro: Essência)
Deixo as palavras
Saírem de minha mente
As vezes por impulso
E na maioria das vezes
Nada volta
Porem, algumas vezes
Meus gritos de dor
Voltam do vazio
Mas, não voltam e passam
E sim ecoam
E nada ecoa mais do que
Meus chamados pelo seu nome
Eu não fico triste
Sei que um dia esse eco
Chegará aos seus ouvidos
Mas, tem outra coisa que ecoa
No meu coração
É sua tão suave voz
Que as vezes também
Me chama
Sabe, pela primeira vez
Estou pensando nisso
E chego á uma conclusão
Nessa vida não há nada
Que não tenha um eco
Enquanto escrevia isto
O eco batia, rebatia e se sacudia
Nas paredes do meu quarto,
Do meu coração e da minha mente
Impaciente e inquieto, aguardando sua chegada.
Em breve estarei lançando "Passos Sobre Passos" aqui em Ubatuba. Quem quiser adquirir um exemplar desse livro falar com Eliseu da Costa. tel:3832.6564 ou email:eliseudacosta@hotmail.com
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domingo, 18 de julho de 2010
SEU OLHAR

Profundo sonho é seu olhar
Tão belo e imenso quanto o mar
Que à noite reflete o luar...
Paraíso desconhecido onde me vi chegar,
Sem armas nem mapas, vim para ficar!
Ilha perfeita que encontrei sem querer,
Este sonho quero viver, ver acontecer....
O mundo é nosso, nosso é esse mundo...
Onde as estrelas são livres para brilhar
E o sonho vai mais fundo, bem mais fundo...
E o coração invade sem medo de falhar!!!
Nas matas as flores cantam,
No infinito céu e mar se encontram,
Nas árvores as folhas balançam
E na areia duas estrelas me encantam!!!
Profundo sonho é seu olhar
Tão belo e imenso quanto o mar
Que à noite reflete o luar...
Somos livres para amar!!!
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domingo, 4 de julho de 2010
Lançamento do livro Passos Sobre Passos

Edgar Izarelli estará lançando o seu segundo livro Passos Sobre Passos, num evento que incluirá autógrafos, sarau e danças.
Acontecerá no domingo dia 18 de Julho de 2010 no Pavilhão do Parque do Lago Francisco Rizzo, das 14:00 às 17:00 horas.
Você é nosso convidado especial!
Rua Alberto Giosa, 320 – Centro – Embu das Artes – SP
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Quem é EDGAR IZARELLI

Edgar, nascido em Ubatuba no dia 7 de abril de 1990, adotou para seu nome artístico o sobrenome Izarelli, provindo da família de sua avó materna, por sentir grande identificação com a cultura italiana.
Começou sua vida literária, aos 11 anos, escrevendo alguns contos infantis logo passando à criação lírica, aos 12.
Em 2007 participou do XX Concurso de Poesia Idalina Graça, em Ubatuba, no qual se classificou em terceiro lugar com a poesia “Aquela Foto”. Esta poesia se encontra em sua primeira obra intitulada “Essência”, lançado em julho de 2009, onde apresenta mais 43 poesias.
Neste mesmo ano, participou do XIII Concurso Nacional de Poesias – Edição Castro Alves, organizado pelo CBE (Clube Brasileiro de Escritores e Poetas Independentes), classificando-se entre os 30 primeiros. Sua poesia maisa bem colocada, na ocasião, foi “Força de Dois”.
Atualmente, além de escrever, Edgar faz teatro com a Cia. Nóis sem Nóis não é Nóis, da cidade onde mora, Embu das Artes. Para mais informações sobre a Companhia acesse: http://ciateatral-noissemnoisnaoenois.blogspot.com/
Em Julho de 2010, Edgar lançará seu segundo livro: “Passos Sobre Passos”. O livro traz 34 poesias da segunda fase de sua lírica, onde encontrarão muito romantismo, mas sem perder contato com a realidade.
Para conhecer sobre Edgar e seu trabalho basta acessar seu blog pessoal:
http://edizarelli.blogspot.com/
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Enígma

Eu sou
Uma borboleta
Feita pelas mãos gentis da natureza
Minhas asas tão sutis
Não foram feitas para um vidro
Nem para um quadro nem para uma rede
Fui feita para voar
Minhas asas disformes foram feitas para a liberdade
Liberdade total liberdade disforme
Pura e livre eu preciso ser
Preciso sentir o vento preciso sugar o néctar
Das mais belas flores
Preciso voar
Vagamente liricamente intensamente eternamente
Ao sabor das brisas mais macias ou dos tornados
Atravessar oceanos transpassar montanhas
Zig-zaguear por florestas imensas
Escutando segredos das almas
Carregando nas asas tortas palavras loucas de amor
De tristeza de amizade de descrença de crianças
De anciões sábios de loucura de sensatez
As mais lindas carrego no coração palavras da criação
Da esperança
Sou gigantesca e quase ninguém me vê
Nos meus olhos o mundo
No meu mundo todos os sonhos
Vivo a me transformar sou uma borboleta lilás ametista
Transformo tudo facilmente
As emoções os pensamentos as premonições
As preocupações em calmaria
A tsuname em rio salgado
Edgar Izarelli
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DESCONHECIDO

Bom, gente aqui vai uma poesia pra começar. Essa está no novo livro, eu a considero romântica... Mas a interpretação é livre. Se divirtam! E visitem meu blog, lá vocês certamente me conhecerão melhor, pois falo de tudo lá. Abraços de Edgar Izarelli de Oliveira.
Desconhecido
Que olhar quero olhar???
Pra onde vou virar, na próxima curva???
Quero um olhar assim como o seu pra me guiar...
Olhar sereno, olhar que me enche de dúvidas...
Longe ou perto??
Alegre tristeza... triste alegria... por que me olha??
Não sabes quem sou eu, não me conhece,
Mesmo me conhecendo... é isso que sou pra você?
Um conhecido estranho que você despreza...
A manhã vem lá da terra do nunca só pra me despertar,
Me coloca de pé e me faz andar...
Saudades desse abraço, vou sentir, pra não te ver triste.
Quero só um resto do amor...
Um resto do que restar...
Um resto do pó do pôr-do-sol,
Que não guardarei na mala do esquecimento,
Que levarei com as lembranças
E com única foto, já rasgada e colada, de nós dois.
Edgar Izarelli
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Edgar Izarelli autores convidados
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SESSÃO PIPOCA LITERÁRIA
I BATALHA DE FREESTYLE NO CASARÃO DA FUNDART
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Projeto TAMAR - Livro Infinitivos
Lançamento do livro Infinitivos Projeto TAMAR
EDGAR iZARELLI
A CASA VINICIUS DE MORAES
O CADERNO TOQUINHO
Brasileira
Resumo escrito:jasmine202
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país.
Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação.
Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país.
A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi.
Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras.
No século 17 houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Origens da Literatura Brasileira Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/
Resumo escrito:jasmine202
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país.
Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação.
Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país.
A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi.
Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras.
No século 17 houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Origens da Literatura Brasileira Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/
A TRAJETÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA
Cilly Bueno - colaboradora literária
Iracema- José de Alencar
E agora José? - Carlos Drummond
Patativa do Assaré
O PATO TOQUINHO
DOM CASMURRO - Machado de Assis
A TRISTE PARTIDA - Patativa do Assaré
VITRINE
Graforréia Xilarmônica - Literatura Brasileira
Acordo ortográfico - acento
No Meio do Caminho - Carlos Drummond
O Presidente Negro - Monteiro Lobato
Triste Fim de Policarpo Quaresma” - Lima Barreto
A imaginação nos dá asas!
O CORTIÇO
O livro da Aninha Fernandes traduzido em japonês( rsrsrs)
Sarau Literário Fundart
EU -Augusto dos Anjos
O Primo Basílio - Eça de Queiroz
Um pouco de Edgar Izarelli
Abro a janela,
deixo a noite entrar
Nos sonhos
da minha alma!
Edgar Izarelli de Oliveira
deixo a noite entrar
Nos sonhos
da minha alma!
Edgar Izarelli de Oliveira
Leitura na rede

