Sobre a obra
O romance Salomé foi inspirado no personagem bíblico de mesmo nome.
A obra foi publicada em 1940, às custas do próprio autor.
Em 1942, o livro mereceu uma versão castelhana de Alberto Linhares e foi publicado na Argentina. No mesmo ano, a Editora A Noite publicou a segunda edição brasileira de Salomé.
Com Salomé, Menotti Del Picchia recebeu o Grande Prêmio da Academia Brasileira de Letras com Salomé.
Quem sou eu
- Silmara Retti escritora
- Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
- Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew
Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba
O que é?
A Fundart foi criada em 1987, com o objetivo de desenvolver a política cultural do município. Mantida pelo poder público é uma fundação pública de direito privado, administrada por uma Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo.
Está sediada na Praça Nóbrega, 54 – Centro – no prédio do antigo Fórum.
O que faz?
O “Projeto Arte para Todos” engloba em 2010 as oficinas culturais: Ballet Clássico, Teatro Adulto, Dança Contemporânea (adulto), Piano, Teclado, Artes Plásticas, Desenho Infantil, Artes Circenses, Teatro Infantil, Violão, Dança Contemporânea Infantil, Dança do Ventre, Percussão, Instrumento de Sopro e Coral com total de 975 alunos.
Biblioteca Municipal "Ateneu Ubatubense"
Tem acervo de 25 mil títulos, aproximadamente, e funciona no prédio que sediou a prefeitura de 1964 à 1984. Brevemente teremos a digitalização do acervo que poderá ser consultado via internet; esse trabalho está em andamento. O atendimento ao público é das 08h00 às 18h00 e aos sábados das 09h00 às 13h00.
A Fundart foi criada em 1987, com o objetivo de desenvolver a política cultural do município. Mantida pelo poder público é uma fundação pública de direito privado, administrada por uma Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo.
Está sediada na Praça Nóbrega, 54 – Centro – no prédio do antigo Fórum.
O que faz?
O “Projeto Arte para Todos” engloba em 2010 as oficinas culturais: Ballet Clássico, Teatro Adulto, Dança Contemporânea (adulto), Piano, Teclado, Artes Plásticas, Desenho Infantil, Artes Circenses, Teatro Infantil, Violão, Dança Contemporânea Infantil, Dança do Ventre, Percussão, Instrumento de Sopro e Coral com total de 975 alunos.
Biblioteca Municipal "Ateneu Ubatubense"
Tem acervo de 25 mil títulos, aproximadamente, e funciona no prédio que sediou a prefeitura de 1964 à 1984. Brevemente teremos a digitalização do acervo que poderá ser consultado via internet; esse trabalho está em andamento. O atendimento ao público é das 08h00 às 18h00 e aos sábados das 09h00 às 13h00.
Grupo de Literatura Fundart Projeto PSIU
Projeto Blablablá POsithivo
Mostrando postagens com marcador Curso de Literatura - Modernismo Geração dos 30. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curso de Literatura - Modernismo Geração dos 30. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Menotti Del Piccia

Paulo Menotti del Picchia, filho de Luiz del Picchia e Corina del Corso del Picchia, fez os estudos ginasiais em Campinas (SP) e diplomou-se em Ciências e Letras em Pouso Alegre (MG). Também cursou a Faculdade de Direito de São Paulo.
Foi agricultor e advogado em Itapira (SP), onde dirigiu o jornal "Cidade de Itapira" e fundou o jornal político "O Grito". Lá escreveu os poemas "Moisés" e "Juca Mulato", ambos publicados em 1917. Passou a residir em São Paulo, onde foi redator em diversos jornais, entre os quais "A Gazeta" e o "Correio Paulistano".
Fundou o jornal "A Noite" e dirigiu, com Cassiano Ricardo, os mensários "São Paulo" e "Brasil Novo". Colaborou assiduamente no "Diário da Noite", onde, por muitos anos, manteve uma seção diária sob o pseudônimo de Hélios, seção que ele criara, em 1922, no "Correio Paulistano", através da qual divulgou as notícias do Movimento Modernista.
Com Graça Aranha, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e outros, participou da Semana de Arte Moderna, de 11 a 18 de fevereiro de 1922. Com Cassiano Ricardo, Plínio Salgado e outros, realizou o movimento Verdamarelo; depois, com Cassiano Ricardo e Mota Filho, chefiou o movimento cultural da Bandeira.
Além de jornalista, exerceu inúmeros cargos públicos. Foi o primeiro diretor do Departamento de Imprensa e Propaganda do Estado de São Paulo; deputado estadual em duas legislaturas; membro da Constituinte do Estado e deputado federal por São Paulo, em três legislaturas. Presidiu a Associação dos Escritores Brasileiros, seção de São Paulo.
Foi poeta, jornalista, político, romancista, contista, cronista e ensaísta. Sua obra que mais se destacou foi o poema "Juca Mulato" (1917), considerado precursor do Movimento Modernista. No entanto, sua origem estética, ainda está no Parnasianismo, evidente em sua poesia pela grandiloqüência e floreios verbais. Em 1982, foi proclamado Príncipe dos Poetas Brasileiros, título que pertenceu anteriormente a Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Olegário Mariano.
Marcadores:
Curso de Literatura - Modernismo Geração dos 30
“No meio do caminho - Carlos Drummond
Sobre a obra
Com mais de 70 títulos publicados, Drummond escreveu poesia, prosa, livros infantis e sobre antologia poética, tendo entre seus principais temas o indivíduo (complicado, torturado, estilhaçado), a terra natal, a família, o choque social, o amor, a existência e os amigos (figuras que admirava, de Mário de Andrade a Manuel Bandeira, de Machado de Assis a Charles Chaplin). “No meio do caminho” foi publicado originalmente na Revista de Antropofagia, no ano de 1928.
Com mais de 70 títulos publicados, Drummond escreveu poesia, prosa, livros infantis e sobre antologia poética, tendo entre seus principais temas o indivíduo (complicado, torturado, estilhaçado), a terra natal, a família, o choque social, o amor, a existência e os amigos (figuras que admirava, de Mário de Andrade a Manuel Bandeira, de Machado de Assis a Charles Chaplin). “No meio do caminho” foi publicado originalmente na Revista de Antropofagia, no ano de 1928.
Marcadores:
Curso de Literatura - Modernismo Geração dos 30
Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira, Minas Gerais em 1902. Após estudos em sua terra natal e Belo Horizonte, foi interno no Colégio Anchieta, em Friburgo, em 1918. No ano seguinte, foi expulso devido a um incidente com o professor de português. Em Itabira, apesar de formado em farmácia, vivia das aulas de português e geografia. Tornou-se funcionário público em 1929, e, em 1934, o cargo no Ministério da Educação transferiu-o para o Rio de Janeiro. Em 1945, foi co-editor do jornal comunista Tribuna Popular a convite de Luís Carlos Prestes. A partir da década de 50, dedicou-se apenas à literatura, escrevendo novos livros de poesias e contos. Além de intensificar a produção de crônicas, fez também traduções. Carlos Drummond morreu no Rio de Janeiro em 1987.
Características Literárias
Carlos Drummond de Andrade é o primeiro grande poeta pós-movimento modernista e um dos mais importantes poetas brasileiros. Seu livro Alguma Poesia de 1930 marca o início da segunda fase poética do Modernismo.
Escreveu também prosa que se caracteriza pela riqueza e expressividade da linguagem e do tema, impregnados de senso de humor. Atribuem-se essas qualidades, igualmente, à sua obra poética. Segundo Bosi, Drummond possui uma percepção precisa do hiato entre as convenções e a realidade, entre o parecer e o ser das coisas e dos indivíduos, o que se transforma em objeto privilegiado do humor, seu traço principal. O conjunto de sua obra poética é complexo e vasto, do qual, pela freqüência, é possível destacar certas características e tendências.
Num primeiro momento, sem se deixar envolver, o poeta mantém um certo distanciamento do mundo à sua volta, o que lhe possibilita brincar e soltar a razão, deixando-a entregue a si mesma, maquinando incertezas e certezas, mais afeitas a negar e anular que a construir. Daí os temas do cotidiano, da família, do isolamento, da monotonia entendiante das coisas e do viver, expressos numa linguagem coloquial plena de ironia seca, sarcasmo e humor desencantado, onde sentimento e emoção são refreados. São deste primeiro momento os livros Alguma Poesia e Brejo das Almas.
No segundo momento, sem se distanciar, deixa-se envolver pela realidade à sua volta e canta a impotência e a solidão em um mundo mecânico, frio e político; a decepção e a falta de perspectiva diante da fragmentação causada pela guerra; o sofrimento e a solidariedade do ser humano brasileiro e universal. Temas estes abordados em tons ora esperançosos, ora desesperançosos, com a mesma ironia, humor e sobriedade, estão presentes nos livros Sentimento do Mundo, José e A Rosa do Povo.
Finalmente, o poeta busca o real, através de interrogações e negações que lhe revelam o vazio, o nada e o desencanto que sempre acompanham o homem. Da poesia metafísica de Claro Enigma, desse período, Drummond passa à poesia objectual de Lição de Coisas que, ao enfatizar a linguagem nominal e os aspectos visuais e sonoros, valoriza objetos e coisas, violando e desintegrando a palavra.
Outros Textos da Biografia Especial de Carlos Drummond de Andrade
Texto Inicial da Biografia
Bibliografia
Alguma Poesia - Estudo do Livro
Ninho da Poesia
Última Entrevista
Poemas de Drummond
Drummond em Prosa
Marcadores:
Curso de Literatura - Modernismo Geração dos 30
Assinar:
Postagens (Atom)
SESSÃO PIPOCA LITERÁRIA
I BATALHA DE FREESTYLE NO CASARÃO DA FUNDART
I BATALHA DE FREESTYLE NO CASARÃO DA FUNDART
Projeto TAMAR - Livro Infinitivos
Lançamento do livro Infinitivos Projeto TAMAR
EDGAR iZARELLI
A CASA VINICIUS DE MORAES
O CADERNO TOQUINHO
Brasileira
Resumo escrito:jasmine202
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país.
Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação.
Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país.
A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi.
Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras.
No século 17 houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Origens da Literatura Brasileira Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/
Resumo escrito:jasmine202
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país.
Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação.
Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país.
A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi.
Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras.
No século 17 houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Origens da Literatura Brasileira Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/
A TRAJETÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA
Cilly Bueno - colaboradora literária
Iracema- José de Alencar
E agora José? - Carlos Drummond
Patativa do Assaré
O PATO TOQUINHO
DOM CASMURRO - Machado de Assis
A TRISTE PARTIDA - Patativa do Assaré
VITRINE
Graforréia Xilarmônica - Literatura Brasileira
Acordo ortográfico - acento
No Meio do Caminho - Carlos Drummond
O Presidente Negro - Monteiro Lobato
Triste Fim de Policarpo Quaresma” - Lima Barreto
A imaginação nos dá asas!
O CORTIÇO
O livro da Aninha Fernandes traduzido em japonês( rsrsrs)
Sarau Literário Fundart
EU -Augusto dos Anjos
O Primo Basílio - Eça de Queiroz
Um pouco de Edgar Izarelli
Abro a janela,
deixo a noite entrar
Nos sonhos
da minha alma!
Edgar Izarelli de Oliveira
deixo a noite entrar
Nos sonhos
da minha alma!
Edgar Izarelli de Oliveira
Leitura na rede