Sobre a obra
Coletânea de contos publicada em 1928, o livro “Brás, Bexiga e Barra Funda” é um retrato da vida dos imigrantes italianos que viviam majoritariamente nesses bairros paulistanos. Dono de um estilo de texto de período curtos e linguagem coloquial, a ficção caracteriza-se por uma prosa urbana, o que aproximou o autor do Modernismo, apesar de Machado não ter participado da Semana de 22.
Quem sou eu
- Silmara Retti escritora
- Ubatuba, Litoral Norte, Brazil
- Sou a Silmara, uma pessoa simples, risonha e de bem com a vida! Sou Coordenadora do Blablablá PositHivo, desenvolvido em parceria com a Prefeitura Municipal de Ubatuba, que tem como objetivo levar informações de DST/Aids em escolas e comunidades através do meu depoimento.Como coordenadora de literatura da Fundart criei o Projeto Psiu com a finalidade de descobrir e apoiar novos autores.Fui escritora sobre o Projeto Furnas, em Ubatuba.Tenho 25 crônicas classificadas em Concursos nacionais,inclusive o conto O Menininho Perdido classificado no concurso de Antologia Ponte dos Sonhos, na Alemanha e o poema Brava Gente de Ubatuba em Guadalaraja.Sou autora da cartilha Ambiente Vivo e do livro Flash, Você sabe o que eu tenho? Eu tenho amores, dores,senhores, sabores...Eu tenho atitude.E VOCÊ? Silmara Retti é madrinha do DTPK crew
Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba
O que é?
A Fundart foi criada em 1987, com o objetivo de desenvolver a política cultural do município. Mantida pelo poder público é uma fundação pública de direito privado, administrada por uma Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo.
Está sediada na Praça Nóbrega, 54 – Centro – no prédio do antigo Fórum.
O que faz?
O “Projeto Arte para Todos” engloba em 2010 as oficinas culturais: Ballet Clássico, Teatro Adulto, Dança Contemporânea (adulto), Piano, Teclado, Artes Plásticas, Desenho Infantil, Artes Circenses, Teatro Infantil, Violão, Dança Contemporânea Infantil, Dança do Ventre, Percussão, Instrumento de Sopro e Coral com total de 975 alunos.
Biblioteca Municipal "Ateneu Ubatubense"
Tem acervo de 25 mil títulos, aproximadamente, e funciona no prédio que sediou a prefeitura de 1964 à 1984. Brevemente teremos a digitalização do acervo que poderá ser consultado via internet; esse trabalho está em andamento. O atendimento ao público é das 08h00 às 18h00 e aos sábados das 09h00 às 13h00.
A Fundart foi criada em 1987, com o objetivo de desenvolver a política cultural do município. Mantida pelo poder público é uma fundação pública de direito privado, administrada por uma Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo.
Está sediada na Praça Nóbrega, 54 – Centro – no prédio do antigo Fórum.
O que faz?
O “Projeto Arte para Todos” engloba em 2010 as oficinas culturais: Ballet Clássico, Teatro Adulto, Dança Contemporânea (adulto), Piano, Teclado, Artes Plásticas, Desenho Infantil, Artes Circenses, Teatro Infantil, Violão, Dança Contemporânea Infantil, Dança do Ventre, Percussão, Instrumento de Sopro e Coral com total de 975 alunos.
Biblioteca Municipal "Ateneu Ubatubense"
Tem acervo de 25 mil títulos, aproximadamente, e funciona no prédio que sediou a prefeitura de 1964 à 1984. Brevemente teremos a digitalização do acervo que poderá ser consultado via internet; esse trabalho está em andamento. O atendimento ao público é das 08h00 às 18h00 e aos sábados das 09h00 às 13h00.
Grupo de Literatura Fundart Projeto PSIU
Projeto Blablablá POsithivo
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Alcântara Machado de Oliveira

Antônio Castilho de Alcântara Machado de Oliveira nasceu no ano de 1901, filho do professor e político Alcântara Machado, formou-se bacharel em direito mas preferiu a carreira jornalística e, em 1927, aos 26 anos de idade, era um dos redatores destacados dos "Diários Associados" em São Paulo.
Dedicou-se também às letras, surgindo como uma das figuras mais expressivas do movimento modernista. Apresentava em seus textos vivacidade da linguagem e inovava o estilo da época através da fiel reprodução dos tipos e costumes paulistas, bem como pela sátira com que tratava esses personagens ridículos.
Em 1934, foi morar no Rio de Janeiro, onde passou a dirigir o "Diário da Noite". Faleceu a 14 de abril de 1935 na Casa de Saúde de São Sebastião, ao ser operado em conseqüência de uma crise aguda de apendicite.
obras
Pathé Baby, impressões de viagem à Europa (1926)
Brás, Bexiga e Barra Funda, contos (1927)
Laranja da China, contos (1928)
Comemoração de Brasílio Machado, discurso (1929)
Anchieta na Capitania de São Vicente, monografia histórica (1929)
Cartas, Informações, Fragmentos Históricos e Sermões de Anchieta, prefácio e comentários (1933)
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“Memórias Sentimentais de João Miramar” - Oswald de Andrade
O romance “Memórias Sentimentais de João Miramar” é uma das obras mais importantes do Modernismo brasileiro.
O livro é composto por 163 capítulos curtos, escritos em diversos estilos, e acompanha a vida de João Miramar.
O protagonista é um homem paulistano herdeiro da cultura do café, avesso às coisas brasileiras e fascinado por tudo que é estrangeiro.
O livro é composto por 163 capítulos curtos, escritos em diversos estilos, e acompanha a vida de João Miramar.
O protagonista é um homem paulistano herdeiro da cultura do café, avesso às coisas brasileiras e fascinado por tudo que é estrangeiro.
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Oswald de Andrade

Articulador e ativo participante do modernismo lançado em 1922, Oswald de Andrade foi o escritor mais rebelde de todo o movimento e o que mais tendeu, em sua prática, à formulação de utopias. Assumindo posturas radicais de esquerda, quis revolucionar não só a arte, mas também os costumes, as instituições e a vida social como um todo.
De família rica, José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo SP em 11 de janeiro de 1890. Iniciando-se no jornalismo em 1909, como crítico teatral, em 1912 viajou pela primeira vez à Europa, de onde voltou com uma estudante francesa, Kamiá, a primeira de suas várias mulheres, e novidades de vanguarda como o "Manifesto futurista" de Marinetti.
Bacharel em direito (1918), tornou-se amigo de Mário de Andrade, a quem lançou pelo Jornal do Comércio através do artigo "O meu poeta futurista". Em 1923, passou nova temporada na Europa, vivendo com a pintora Tarsila do Amaral, com quem mais tarde formalizaria o casamento. Lá conheceu importantes renovadores das linguagens artísticas, como Picasso, Blaise Cendrars, Erik Satie, Léger, Cocteau e Brancusi.
Em 1924, publicou Memórias Sentimentais de João Miramar, um de seus livros mais conhecidos, e o "Manifesto da poesia pau-brasil", de ampla repercussão. Em Paris publicou Poesia pau-brasil (1925). Após viajar pelo Oriente Médio, retomou em São Paulo a atividade jornalística e lançou A estrela de absinto (1927; um dos romances da Trilogia do exílio). Colaborador assíduo dos principais veículos da pregação modernista, como as revistas Klaxon e Verde, fundou em 1928, com Raul Bopp e Antônio de Alcântara Machado, a Revista de Antropofagia, que já em seu número inicial divulgou um dos textos mais polêmicos de Oswald, o "Manifesto antropófago". Dissidente, a essa altura, do grupo mais ligado a Mário de Andrade, lançou nesse texto, "contra todos os importadores de consciência enlatada", um de seus lemas de maior futuro: "Tupy or not tupy, that is the question."
Em 1931, ingressou no Partido Comunista Brasileiro e começou a escrever sobre política. Separado de Tarsila e vivendo com Patrícia Galvão (Pagu), precursora do feminismo, fundou com ela O homem do povo, periódico de curta duração que pregava a luta operária. Casou-se outras duas vezes, candidatou-se em vão à Academia Brasileira de Letras e publicou intensamente: Serafim Ponte Grande (1933), O homem e o cavalo (1934), A escada vermelha (1934), A morta (1937), O rei da vela (1937), Marco Zero: a revolução melancólica (1943).
Sempre rebelde e contestado por seus contemporâneos, Oswald de Andrade morreu em São Paulo em 22 de outubro de 1954, ano da publicação de suas memórias, Um homem sem profissão, sob as ordens de mamãe. Cerca de dez anos depois, sua obra nada canônica começou a ser revalorizada pelos intelectuais concretistas e pelos movimentos de poesia jovem.
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“Amar, verbo intransitivo” - Mário de Andrade
“Amar, verbo intransitivo” é um romance experimental de Mário de Andrade, com propostas modernistas, publicado em 1923.
No livro, o autor busca captar a alma da mulher por meio de uma das maiores personagens femininas da Literatura Brasileira: a governanta alemã Fraülein.
A profissional chega a São Paulo com a missão de iniciar um jovem da elite nas artes do amor. Os serviços foram contratados pelo próprio pai do garoto.
A obra é também uma oportunidade para Mário de Andrade criticar a moral e os costumes das ricas famílias paulistanas.
No livro, o autor busca captar a alma da mulher por meio de uma das maiores personagens femininas da Literatura Brasileira: a governanta alemã Fraülein.
A profissional chega a São Paulo com a missão de iniciar um jovem da elite nas artes do amor. Os serviços foram contratados pelo próprio pai do garoto.
A obra é também uma oportunidade para Mário de Andrade criticar a moral e os costumes das ricas famílias paulistanas.
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Mário de Andrade

Um dos nomes mais importantes da literatura brasileira, Mário Raul de Morais Andrade ocupou o centro da vida intelectual do país durante o Movimento Modernista, exercendo enorme influência sobre sua geração e as seguintes. Nascido em meios aristocráticos, Mário de Andrade formou-se em Música pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Em 1917, sob o pseudônimo de Mário Sobral, estreou como poeta com a obra Há uma Gota de Sangue em Cada Poema. Inspirado na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), esse livro revelou a rebeldia característica de toda a sua obra. Alcançou notoriedade quando leu, no evento que abriu a Semana de Arte Moderna, o Prefácio Interessantíssimo, da obra poética Paulicéia Desvairada (1922), que fixou as diretrizes estéticas do modernismo, como o uso do verso livre e a valorização da fala brasileira, provocando grande polêmica e projetando Mário como um dos líderes da vanguarda. Foi inclusive nesse livro que Mário descobriu seu tema predileto: São Paulo. Alguns anos mais tarde, em Lira Paulistana (1946), após passar pelo tema da guerra (Losango Cáqui, 1926) e pelo primitivismo em moda (Clã de Jabuti, 1927), o poeta retornou à cidade que tanto amou. Escreveu também Macunaíma (1928), um misto de história, rapsódia e romance. No livro, aproveitando a máxima liberdade das lendas e tradições do folclore brasileiro, Andrade delineou as diversas facetas do brasileiro, tanto sua esperteza como indolência, criando a saga de um verdadeiro anti-herói e compondo uma imagem da unidade nacional. Andrade também dirigiu o Departamento Municipal de Cultura de São Paulo (1934-1937); colaborou com a imprensa, escrevendo para revistas como Klaxon; cooperou com o Instituto Nacional do Livro no anteprojeto da futura Enciclopédia Brasileira e foi nomeado funcionário do serviço do Patrimônio Histórico (1940). Percorreu ainda o país em busca de lendas indígenas e folclore nordestino e escreveu vários livros como crítico, teórico, musicólogo e ensaísta.
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SESSÃO PIPOCA LITERÁRIA
I BATALHA DE FREESTYLE NO CASARÃO DA FUNDART
I BATALHA DE FREESTYLE NO CASARÃO DA FUNDART
Projeto TAMAR - Livro Infinitivos
Lançamento do livro Infinitivos Projeto TAMAR
EDGAR iZARELLI
A CASA VINICIUS DE MORAES
O CADERNO TOQUINHO
Brasileira
Resumo escrito:jasmine202
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país.
Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação.
Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país.
A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi.
Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras.
No século 17 houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Origens da Literatura Brasileira Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/
Resumo escrito:jasmine202
A literatura brasileira nasceu do encontro de vários fatores, fatores esses políticos, ideológicos e históricos. Para que a literatura brasileira se firmasse ocorreu uma quebra de paradigmas. Rupturas foram feitas como forma de consciência do passado histórico do país.
Porém, antes disso, a Carta de Pero Vaz de Caminha representou um marco na literatura feita no Brasil. Através dessa carta houveram as primeiras impressões sobre o país. Até 1627 a literatura era chamada de Literatura de Informação.
Nesse tipo de literatura havia a descrição da vida dos índios e seus costumes. A tônica da literatura informativa era a preocupação com o ouro e pedras preciosas encontradas no país.
A literatura feita pelos jesuítas também foi signficativa. Houve uma análise mais perpicaz e crítica da realidade brasileira. Anchieta foi um deles. Poeta e dramaturgo se importa em fazer estudos literários. Usava em suas obras o português e o tupi.
Já vemos na carreira literária de Gil Vicente o primeiro documento do teatro português. Os autos de Anchieta aqui no Brasil mostravam de forma alegórica e histórica as cenas brasileiras.
No século 17 houve um crescimento da historiografia no Brasil surgindo poetas e estudiosos sobre áreas geográficas do país. Houve assim uma valorização do caráter informativo e referencial se baseando ainda na presença da cultura européia no Brasil.
Origens da Literatura Brasileira Originalmente publicado no Shvoong: http://pt.shvoong.com/humanities/243760-origens-da-literatura-brasileira/
A TRAJETÓRIA DA LITERATURA BRASILEIRA
Cilly Bueno - colaboradora literária
Iracema- José de Alencar
E agora José? - Carlos Drummond
Patativa do Assaré
O PATO TOQUINHO
DOM CASMURRO - Machado de Assis
A TRISTE PARTIDA - Patativa do Assaré
VITRINE
Graforréia Xilarmônica - Literatura Brasileira
Acordo ortográfico - acento
No Meio do Caminho - Carlos Drummond
O Presidente Negro - Monteiro Lobato
Triste Fim de Policarpo Quaresma” - Lima Barreto
A imaginação nos dá asas!
O CORTIÇO
O livro da Aninha Fernandes traduzido em japonês( rsrsrs)
Sarau Literário Fundart
EU -Augusto dos Anjos
O Primo Basílio - Eça de Queiroz
Um pouco de Edgar Izarelli
Abro a janela,
deixo a noite entrar
Nos sonhos
da minha alma!
Edgar Izarelli de Oliveira
deixo a noite entrar
Nos sonhos
da minha alma!
Edgar Izarelli de Oliveira
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